Varejo cresce 2,6% no Natal, mas preferência por itens essenciais indica cautela

De acordo com o Índice Cielo do Varejo Ampliado, o gasto médio por compra foi de R$ 107,81

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O faturamento do varejo registrou crescimento nominal de 2,6% no Natal, na comparação com igual período do ano passado, de acordo com o Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA). Os dados consideram as vendas realizadas entre 19 e 25 de dezembro. As vendas online cresceram 10,2%, enquanto as operações em pontos físicos avançaram 1,8%.

Segundo o levantamento, o consumidor apresentou comportamento mais cauteloso ao priorizar itens essenciais em vez de presentes. O grupo de produtos chamados ‘presenteáveis’ teve retração de 0,2%, sob pressão de Vestuário (-0,4%), Móveis, Eletro e Departamentos (-1,1%) e Livrarias, Papelarias e Afins (-2,7%).

Por outro lado, Cosméticos e Higiene apuraram alta de 5,5%, enquanto Óticas & Joalherias avançou 2,1%. Drogarias e Farmácias tiveram avanço de 10,3%; Veterinárias e Pet Shops, de 3,4%; Supermercados e Hipermercados, de 3,3%; e Autopeças e Serviços Automotivos, de 2,9%.

‘O consumidor adotou um comportamento mais racional, priorizando itens essenciais, o que levou à retração de setores presenteáveis tradicionais’, afirmou o vice-presidente de negócios da Cielo, Carlos Alves. ‘No geral, foi um Natal de consumo consciente, sustentado principalmente pelos segmentos essenciais e pelo canal digital’, acrescentou.

Ainda conforme a pesquisa, o gasto médio por compra foi de R$ 107,81. O setor de bens não duráveis marcou alta de 4,0% e o de serviços avançou 2,7%. Já o de bens duráveis e semiduráveis anotou retração de 0,3%. O contraste foi mais intenso no ambiente digital: o e-commerce de bens não duráveis teve salto de 23,3%, na contramão do recuo de 1,9% no de bens duráveis e semiduráveis.

Segundo o índice, o crédito parcelado representa 5,9% do volume das vendas, mas responde por 26,4% do faturamento total do varejo. A diferença é explicada pelo tíquete médio de R$ 484,51, acima de outras modalidades. O PIX, em contrapartida, concentra 9,2% das vendas, mas um tíquete médio de R$ 71,60.

Fonte: Correio do Povo

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